Em poucas palavras
Bem-vindo ao nosso relato cativante sobre nossa exploração do deserto de Guajira, na Colômbia, o fim do mundo e o ponto mais ao norte da América do Sul! Dunas douradas, horizontes infinitos, o oceano e a essência encantadora das terras Wayuu esperam por você nesta aventura de três dias de descobertas. Uma retrospectiva de nossa experiência e nossa opinião sobre esse passeio clássico de três dias, realizado com uma agência local.
Desde o “encontro” com as comunidades locais até a exploração das praias isoladas de Bahía Honda e das dunas de Punta Gallinas, cada momento revela uma riqueza cultural e natural única. Venha conosco para descobrir esse canto remoto do mundo, onde o deserto e o Mar do Caribe se unem em um quadro de tirar o fôlego. Prepare-se para mergulhar em uma experiência que combina tradições milenares, paisagens de tirar o fôlego e maravilhas inesperadas.
Alto Guajira (deserto)
- Altitude média: 20 m
- Duração mínima da excursão: 3 dias
- Estação seca: dezembro a agosto
- Estação chuvosa: setembro a novembro
- Máquinas de bilhetes: presentes em Riohacha e Uribia, ausentes em Cabo de la Vela e Punta Gallinas.
Nosso veredicto: sublime, surpreendente e profundamente comovente
Descobrir o deserto de La Guajira é uma experiência fascinante, mas você precisa escolher uma agência de qualidade. Essa é uma daquelas raras viagens em que você realmente sente a realidade da pobreza e da angústia vividas pelos habitantes locais, especialmente os Wayuus, um dos principais grupos étnicos da Colômbia. Antes de mais nada, é essencial certificar-se de fornecer os produtos apropriados nos vários bloqueios de estradas montados pelos habitantes locais: água, alimentos, evitando absolutamente doces e refrigerantes, que não os favorecerão em nada. Além disso, é fundamental dedicar partes do passeio à descoberta autêntica da cultura Wayuu, muito além das simples fotos de belas paisagens. Falando em paisagens, o passeio oferece uma diversidade de locais, desde praias a formações rochosas e dunas do deserto. É divertido, sem ser inacreditável (em nossa opinião, é claro). E prepare-se para passar a maior parte do dia no carro. Em resumo, o passeio pelo deserto de La Guajira é uma aventura imperdível, mas é essencial escolher uma agência de qualidade.
Quando você deve visitar o deserto de Guajira?
Apesar de seu caráter desértico, os meses de abril, maio, outubro e novembro registram algumas chuvas. Alguns viajantes preferem esse período para aproveitar o clima mais ameno, embora a paisagem e o pôr do sol possam ser alterados pela cobertura de nuvens. Dezembro a janeiro, Semana Santa em março ou abril e junho a julho atraem o maior número de turistas. Para uma experiência mais tranquila, março, agosto e setembro oferecem uma época alternativa para descobrir esse destino excepcional.
Clima no deserto de Guajira
O clima da península é predominantemente árido e seco, o que a torna a região mais seca do país, e é caracterizado por altas temperaturas que podem chegar a 40 °C. A brisa do mar e os ventos alísios do nordeste influenciam as condições climáticas durante todo o ano. Há duas estações chuvosas no ano, de abril a maio e de setembro a outubro. A estação seca vai de novembro a março e de junho a agosto. No entanto, as chuvas permanecem baixas (nada a ver com a Amazônia, por exemplo). As noites são um pouco frescas (em comparação com o calor do dia).
Legenda: Azul: partida/retorno da excursão – Amarelo: atividades e visitas – Verde: acomodação – Laranja: restaurantes
Programa: Passeio de 3 dias pelo deserto de Guajira
Descubra abaixo o programa detalhado de nossa excursão de 3 dias pelo deserto de Guajira, com a Kai Ecotravel. Também compartilhamos nossas impressões diárias sobre essa experiência, que ocorreu no início de maio, durante a primeira parte da estação chuvosa (spoiler: não vimos uma única gota de água).
Recomendamos enfaticamente que vocêchegue a Riohachano dia anterior ao início do passeio para evitar possíveis atrasos no transporte (de ônibus ou avião).
Esse passeio é uma aventura, com um itinerário exigente e desprovido dos confortos do turismo convencional. A água é escassa e a eletricidade vem de geradores a gasolina e painéis solares. A estrada não é pavimentada e é empoeirada. O sol e o calor são constantes durante o dia, enquanto a noite fica “fresca”. As acomodações são nas comunidades Wayuu visitadas, pois não há hotéis convencionais.
Devido às condições da viagem, ela não é recomendada para crianças pequenas ou idosos com problemas crônicos de saúde. Entretanto, há serviços de saúde (hospitais) disponíveis em Uribía, Manaure e Maicao, e postos de saúde em Puerto Bolívar, Paraíso e Cabo de la Vela.
Pobreza e pedágios informais: o boom do turismo nos últimos anos foi acompanhado por uma frequência cada vez maior de pedágios informais, montados com cordas por crianças indígenas que pedem água, comida ou dinheiro. Esses momentos podem ser desconfortáveis, tristes e desagradáveis para os habitantes locais. No entanto, é essencial entender isso como parte integrante da realidade desse território indígena autônomo, regido por suas próprias normas e costumes. Para amenizar essa situação, os guias e motoristas levam alimentos para distribuição. Além disso, os visitantes podem, se acharem conveniente, participar comprando produtos considerados apropriados para as crianças e suas famílias. Infelizmente, alguns motoristas se comportam de maneira chocante, forçando a passagem por essas cabines de pedágio informais ou distribuindo alimentos como se os nativos fossem animais. É importante estar ciente desse aspecto da viagem no deserto de Guajira.
DIA 1 – Rumo a Cabo de la Vela
08:00 Boas-vindas na cidade de Riohacha e partida para Cabo de la Vela.
Visita às minas de sal de Manaure e Uribia.
Almoço em Cabo de la Vela.
Visita à praia de Pilon de Azucar e pôr do sol no farol.
Retorno a Cabo de la Vela: jantar e acomodação em Chinchorro.
Nossa experiência: nossa viagem começou com o motorista nos pegando no hotel, acompanhado por dois compatriotas franceses no espaçoso 4×4. A viagem, que demorou mais do que o esperado, nos levou às salinas de Manaure, perto de Riohacha, um lugar enigmático e sem explicações. Nosso guia local nos deu um breve passeio pela área, mas as vendedoras locais tentaram nos encantar. Depois dessa primeira parada decepcionante, Uribia, a última parada antes do deserto, acaba sendo uma cidade comum, onde é necessário um intervalo de uma hora e meia para fazer compras e tomar um drinque. Na estrada em direção a Cabo de la Vela, a paisagem muda de um deserto rochoso cheio de arbustos para um deserto esparso. A trilha de terra nos leva ao Cabo de la Vela e à nossa acomodação rudimentar ao ar livre, com um telhado simples, redes e instalações sanitárias comunitárias. A tradicional refeição colombiana de arroz, carne, peixe e salada é servida em seguida, seguida de tempo livre em Cabo, com natação e kitesurfe opcionais. Nosso motorista nos leva a locais como o farol e a praia de Pilón de Azúcar, que são agradáveis, mas não extraordinários. O dia termina com o pôr do sol, o retorno a Cabo de la Vela para o jantar, o relaxamento e a esperança de uma noite tranquila em preparação para o dia seguinte.
DIA 2 – A caminho do fim do mundo, Punta Gallinas
Café da manhã.
Partida para Punta Gallinas, via Puerto Bolivar e Portete Bay.
Almoço no Bahia Honda.
Visita às dunas, à praia de Taroa e ao farol de Punta Gallinas.
Jantar e acomodação em um chinchorro em Punta Gallinas (Hospedaje Luzmila).
Nossa experiência: depois de uma noite estranhamente fria (leve um cobertor!) e agitada em redes, incomum para nós, tomamos o café da manhã antes de voltar à estrada em direção a Punta Gallinas. A estrada se deteriora, tornando-se pouco visível, e aparecem os pedágios informais dos habitantes locais, um momento humanamente difícil e surpreendente. Antecipando-se a isso, o motorista distribui bolos e água sem parar completamente, uma cena que encontraremos umas quinze vezes, sem nunca nos acostumarmos. No coração do deserto, cada vez mais arenoso, sem nada ao redor, exceto algumas fazendas espalhadas, descobrimos um pequeno restaurante isolado perto da baía de Bahía Honda para almoçar (lagosta opcional). De volta à estrada para Punta Gallinas, o ponto mais ao norte da América do Sul, surgem imponentes dunas. Paramos para atravessá-las e chegar ao mar do outro lado, refrescando nosso espírito. Perto dali está o farol de Punta Gallinas. No final do dia, visitamos uma fazenda Wayuu, compartilhando uma caminhada com o pai e duas garotinhas cheias de energia. Quando o sol se põe, a família acende uma fogueira e nos presenteia com uma dança tradicional Wayuu, a yonna, um momento fora do tempo. Infelizmente, é hora de irmos para nossa acomodação, também localizada na baía, uma estrutura grande, estranhamente grande e igualmente básica. Um jantar semelhante ao primeiro nos aguarda. Coincidindo com o aniversário do nosso motorista, compartilhamos algumas cervejas Polar venezuelanas e copos de aguardente. É hora de ir para a cama, ainda em redes, para mais uma longa noite.
DIA 3 – Retorno a Riohacha
Café da manhã.
Partida para Uribia de barco pela Bahía Hondita.
Almoço na praia de Mayapo.
Chegada em Riohacha e fim da excursão.
Nossa experiência: a segunda noite se mostrou tão complicada quanto a primeira, mas o conforto do café da manhã levantou nosso ânimo! Em nosso último dia, o programa é simples, mas intenso: uma longa viagem de volta a Riohacha. Nosso motorista sai cedo, mas não é um descuido. Ele está nos esperando em um local especial, pois vamos atravessar parte da baía em uma lancha. O lugar é impressionante, misturando o amarelo/laranja do deserto com o azul da água, e é o lar de flamingos cor-de-rosa, que veremos em nosso passeio de barco. De volta à terra firme, pegamos a estrada novamente, rumo a Uribia, onde o almoço está programado em um dos hotéis parceiros da agência. A última etapa nos levará a Riohacha. Chegamos por volta das 16h30, com o corpo um pouco enferrujado depois de tantas horas no carro, abalados pelo estado da “estrada”. E assim terminou nossa primeira aventura no deserto de Guajira, deixando-nos com uma sensação de incompletude e muitas perguntas. Depois dessa experiência mista, estamos determinados a voltar e explorar essa região de uma maneira diferente.
Excursão em 4×4, grupo de 4 turistas no total.
O itinerário pode variar de acordo com as condições climáticas.
Nosso motorista/guia só falava espanhol. Tradutor de inglês disponível por um custo extra.
FORNECEDOR DE TURISMO
Agência colombiana Kai Ecotravel
Uma alternativa mais cultural e humana (e fala francês): Colombia Autentica
Alojamento no coração do deserto de Guajira: o chinchorro!
Acomodação
Em um passeio pelo deserto de Guajira, a acomodação oferece uma experiência única e rústica. As acomodações, projetadas para se misturarem à paisagem do deserto, podem assumir a forma de cabanas de madeira, estruturas tradicionais Wayuu ou acampamentos rudimentares. Uma característica distintiva de algumas acomodações é a possibilidade de dormir em redes em áreas compartilhadas, oferecendo imersão total na atmosfera local. As instalações sanitárias são geralmente simples, com banheiros e chuveiros compartilhados. Há também a opção de dormir em um quarto privativo, com uma cama, mas o quarto será igualmente básico.
Nessas áreas remotas, a eletricidade pode ser limitada, às vezes fornecida por geradores ou painéis solares, com horários de uso restritos. Essas acomodações oferecem uma experiência autêntica, permitindo que os viajantes se aproximem da vida local e das tradições Wayuu. E, é claro, não há wi-fi.
Sejamos realistas: não espere encontrar um refúgio aconchegante de conforto depois de um dia no deserto. Mas você se acostuma, especialmente porque dura apenas algumas noites. Mas temos que levar em conta esse aspecto.
Fonte de alimentação
As refeições são geralmente simples e funcionais, de acordo com o ambiente rural e isolado da região. Os ingredientes básicos geralmente incluem arroz, uma fonte de proteína, como peixe ou carne, às vezes de cabra, e uma salada, tudo regado com suco de frutas locais.
As refeições são preparadas de forma rudimentar, mas oferecem uma oportunidade de experimentar a culinária tradicional colombiana, destacando os sabores locais. Os acompanhamentos podem variar, mas frutas frescas e sucos de frutas regionais são normalmente servidos para dar um toque de frescor.
Se você tiver alguma exigência dietética especial, como uma dieta vegetariana, é essencial informar a agência antes do início da excursão. Dessa forma, as refeições poderão ser adaptadas para atender às suas preferências alimentares específicas.
Como faço para chegar a Riohacha (o ponto de partida da excursão)?
Riohacha, a capital de Guajira, pode ser alcançada diretamente ou com escalas a partir das principais cidades do país, como Bogotá, Medellín, Cartagena, Santa Marta e Bucaramanga. Observe, no entanto, que, até onde sabemos, não há ônibus de Cali, Manizales, Pereira ou Armenia para Riohacha.
O aeroporto mais próximo é o Almirante Padilla, nos arredores de Riohacha. As conexões são fornecidas pela Avianca e pela Latam. Dependendo da cidade de partida, talvez seja necessário fazer uma escala em Bogotá.
Principais conexões de ônibus (lista não exaustiva) :
Bogotá – Riohacha de ônibus
| Empresas de ônibus | Copetran, Expresso Brasília |
| Partida | Bogotá, terminal central de Salitre |
| Horários de partida (de Salitre) | 06.45 – 10.00 – 12.30 – 14.45 – 15.00 – 16.15 – 20.45 |
| Chegada | Riohacha, terminal de transporte |
| Duração | 22h a 26h |
| Tipo de viagem | Direto |
| Preço (só ida) | 181.000 a 210.000 COP / pessoa |
Bucaramanga – Riohacha de ônibus
| Empresas de ônibus | Copetran, Expresso Brasília |
| Partida | Bucaramanga, terminal de transporte |
| Horários de partida (de Salitre) | 06h00 – 10h30 – 19h30 – 23h00 – 23h59 |
| Chegada | Riohacha, terminal de transporte |
| Duração | 13 a 16h |
| Tipo de viagem | Direto |
| Preço (só ida) | 143.000 a 160.000 / pessoa |
Cartagena – Riohacha de ônibus
| Empresas de ônibus | Copetran, Expreso Brasília, Exalpa, Unitransco |
| Partida | Cartagena, terminal de transporte (barrio pozon) |
| Horários de partida (de Salitre) | Das 05:00 às 22:00, 1 ônibus a cada 45 minutos, aproximadamente |
| Chegada | Riohacha, terminal de transporte |
| Duração | 7-8h |
| Tipo de viagem | Direto ou com 1 escala em Barranquilla |
| Preço (só ida) | 50.000 a 76.000 / pessoa |
Palomino – Riohacha de ônibus
Palomino é um pequeno vilarejo e não há terminal de ônibus. Fique na estrada principal (à direita, se estiver de frente para o mar), levante a mão para parar um ônibus, pergunte se ele vai para Riohacha, se sim, suba nele e pronto! A viagem levará cerca de 1h30 e custará aproximadamente 12.000 COP. Se não tiver certeza, pergunte aos moradores locais – eles conhecem bem a rota.
Santa Marta – Riohacha de ônibus
| Empresas de ônibus | Expreso Brasília, Exalpa, Unitransco |
| Partida | Santa Marta, terminal de transporte |
| Horários de partida (de Salitre) | Das 05:00 às 21:30, 1 ônibus aproximadamente a cada hora |
| Chegada | Riohacha, terminal de transporte |
| Duração | 2h30-3h |
| Tipo de viagem | Direto |
| Preço (só ida) | 48.000 / pessoa |
Preço e agência: Passeio de 3 dias pelo deserto de Guajira
Vamos abordar a questão crucial: qual é o custo dessa aventura? O fator determinante é o número de participantes. Como regra geral, uma excursão pode acomodar no máximo 6 pessoas. Quanto maior o grupo, menor o custo por pessoa. Portanto, se estiver planejando um passeio só para você e seu parceiro, prepare-se para um custo significativamente mais alto, pois você estará sozinho. Uma boa dica é verificar com as agências de seu interesse se elas têm grupos disponíveis nas datas desejadas, para que você possa dividir o custo e conhecer outros viajantes.
Escolhemos a agência Kai Ecotravel. Seus passeios são bastante clássicos, nem os mais baratos nem os mais caros. Entretanto, em retrospecto, achamos que teria sido preferível uma agência que se concentrasse mais na cultura Wayuu e na interação social. Esses elementos foram negligenciados durante nossa excursão, que se concentrou principalmente em descobrir as variadas paisagens e tirar fotos.
FORNECEDOR DE TURISMO
Agência colombiana Kai Ecotravel
Uma alternativa mais cultural e humana (e fala francês): Colombia Autentica
| Descrição | Quantidade | Custo por pessoa (grupo de 4) | Custo total |
|---|---|---|---|
| Plano de 3 dias e 2 noites – Deserto de Guajira | 2 | 822.600 COP | 1.645.200 COP |
INCLUÍDO
- Serviço de traslado na saída de Riohacha. Fim da excursão em Riohacha.
- Transporte em um veículo 4×4 para um máximo de 6 passageiros.
- Motorista-guia local que fala espanhol.
- 1 noite em Cabo de la Vela + 1 noite em Punta Gallinas em uma rede.
- Todas as atividades mostradas no mapa (salinas de Manaure, Pilón de Azúcar, El Faro, Puerto Bolívar, Bahía de Portete, las Dunas, praia de Taroa, Faro de Punta Gallinas, Bahía Hondita).
- Refeições completas desde o almoço do primeiro dia até o almoço do terceiro dia. Os almoços e jantares incluem uma bebida. Pratos vegetarianos estão disponíveis ou podem ser adaptados para atender a restrições alimentares.
NÃO INCLUÍDO
- Passagens de avião ou ônibus para Riohacha.
- 19% de IVA (IVA em espanhol), somente para colombianos e estrangeiros residentes na Colômbia.
- Guia bilíngue (suplemento de 360.000 COP / dia).
- Atividades, bebidas e alimentos não indicados no plano (por exemplo, álcool, lagosta, etc.).
- Acomodação em um quarto privativo (suplemento de 35.000 COP por noite e por pessoa).
- Gratificações.
Dicas para um passeio bem-sucedido no deserto de Guajira
Leve dinheiro suficiente
Certifique-se de ter pesos colombianos suficientes com você, pois ao sair de Riohacha e Uribia, você não terá acesso a caixas eletrônicos até o seu retorno.
Trazendo de volta os produtos com pedágio
Nos “pedágios” estabelecidos no deserto pelos Wayuu, a maioria crianças, compram produtos de primeira necessidade, como água, sabão, farinha etc.
Roupas apropriadas + traje de banho
Você pode levar roupas de verão, que são agradáveis de usar em caminhadas. É claro que você não passará frio no deserto de Guajira. Leve também um traje de banho, para as ocasiões em que é permitido nadar (seria uma pena não ir!).
Calçados adequados
Escolha calçados confortáveis e seguros para caminhar. Mesmo que as caminhadas sejam muito curtas. Não se esqueça de levar chinelos ou sandálias para a praia ou para tomar banho nas áreas comuns.
Repelente de mosquitos DEET / IR3535
O deserto de Guajira não é um lugar onde há muitos mosquitos. Por precaução, leve um repelente à base de DEET/IR3535, reconhecido como eficaz em áreas tropicais como a Colômbia.
Creme solar
Antecipe-se às altas temperaturas, sabendo que você não estará na sombra com muita frequência. Certifique-se de usar proteção solar adequada e biodegradável, pois o sol pode ser particularmente intenso.
Farol
Devido à localização remota da área (Cabo de la Vela, Punta Gallinas), pode haver momentos em que o fornecimento de eletricidade seja interrompido. Portanto, uma lanterna de cabeça pode ser útil.
Capa pequena
Se optar por dormir em uma rede à noite, saiba que ela estará em um espaço compartilhado com outras pessoas e provavelmente estará aberta. Se estiver com frio, você poderá sentir um pouco de frio, portanto, leve um cobertor de viagem!
Medicamentos pessoais
Certifique-se de ter medicação suficiente se estiver fazendo um tratamento específico, pois não haverá farmácia por perto durante esses 5 dias de autonomia.
Beba bastante água
Dependendo da agência que você escolher e dos serviços prestados, talvez seja necessário levar sua própria água, principalmente se você costuma beber muito. Porque é quente e você estará no deserto a maior parte do tempo, sem um vendedor.
Viajando com pouca bagagem
Leve bagagem pequena e confortável para o passeio, pois o espaço no veículo é limitado. Se você tiver malas grandes, a agência pode armazená-las em seu escritório.
Produtos de higiene pessoal
Leve produtos de higiene pessoal (escova de dentes, toalha, sabonete, pasta de dentes). Nenhuma das acomodações é um hotel convencional, portanto, nenhuma oferecerá esses produtos.


